As Brumas Da Investidura, Se Cancelam 2

As Brumas Da Investidura, Se Cancelam

em sexta-feira, as posições começaram a relaxar. As duas partes são responsáveis pelo imenso desencontro ao que haviam sido presas. A Sánchez lhe custou Deus e assistência assumir que com 123 deputados de uma maioria absoluta de 176 o Governo de coalizão era uma fórmula política impecável e não se podia retirar em absoluto. Igrejas não organizou uma consulta, porém um plebiscito, sobre as negociações, em plena briga, sem que houvesse qualquer acordo que ratificar ou contestar, que é o convencional. 70% dos registrados Podemos que votaram manifestou-se em prol do Governo de coligação, como não podia ser de outra maneira. A dificuldade de fundo é a grande desconfiança que existe entre Sanchez e Igrejas, entre o PSOE e Podemos.

UP, após alguns meses de aparente moderação, não se podes depreender da pulsão anguitista, de Julio Anguita, com quem Igrejas abraçou não há tal. Essa é a verdadeira causa da fuga de Íñigo Errejón, que expressa-o super bem no momento em que explica por que se foi: “Para fazer Esquerda Unida, imediatamente existia a Esquerda Unida”. Enquanto insucesso da investidura de La Rioja e não está amarrada a de Pedro Sánchez, as 3 direitas (PP, Local e Vox), superam os problemas pra acordar.

O fizeram em Andaluzia e na Prefeitura da cidade de Madrid, o que acabam de fazer em Múrcia e provavelmente o farão pela Comunidade de madrid. Pelo contrário, a esquerda vem sendo até já incapaz de voltar a acordos. Se, no término, existe um pacto, servirá pra desmentir a quem comentou que a unidade da esquerda só era possível na prisão ou no exílio.

470 lugares que compunham a câmara se recolheram 161 votos a favor, 121 contra e 188 abstenções (40% votos). Votaram a favor o PSOE, com a memorável exceção de Indalecio Prieto e seus seguidores, pequenos núcleos republicanos —catalães, federais, progressistas, nacionalistas— e pra direita.

contra o fizeram Ação Republicana, o Partido Republicano Radical e o Partido Republicano Radical Socialista, salvo exceções. Em 21 de abril de 1944, o Comité français de la Libération nationale concede o direito ao voto às mulheres, o que será confirmado com a portaria de cinco de outubro, perante o Governo provisório da República.

Este justo, contudo, não será debitado até as eleições municipais do dia vinte e nove de abril de 1945 e, mais tarde, em outubro do mesmo ano, ao longo das eleições para a Assembleia constituinte. A Revolução Mexicana como quota da história de luta pela autonomia no Plano de Guadalupe incluía: “garantir a cada um dos habitantes do país, a eficiência e o pleno gozo de seus direitos e a igualdade diante a lei”.

  • “Strawberry Swing”,” by Coldplay
  • 2 Antiguidade 2.1 Pré-história
  • 2 simbólico
  • 15 de julho: Miss Venezuela, a coroa, conduzido por Viviana Gibelli (4)

II. Ter um jeito honesto de viver. Verdadeiramente Hermila Galindo tomou esse fundamento para candidatar-se e, realmente, ganhar a candidatura de deputada, em 1918, e ainda obteve a maioria dos votos do colégio eleitoral não o viu como válido. Em 1937, o presidente Lázaro Cárdenas do Río determinou uma iniciativa de reforma do artigo 34 da Constituição Mexicana.

II. Ter um jeito honesto de viver. A iniciativa foi aprovada pelas câmaras e legislaturas dos estados, entretanto não chegou ao cálculo e declaratória para que fosse vigente. Isso aconteceu já que o Partido Nacional Revolucionário (pai político do PRI) falou que as mulheres seriam influenciadas em seu voto pelos padres. As mulheres puderam exercer seu justo ao voto no dia dezessete de junho de 1956, no momento em que 500 000 mulheres participaram das eleições presidenciais daquele ano. Derrotado por completo em um parlamento exclusivamente masculino perante um governo conservador, o foco do sufrágio das mulheres passou pro primeiro plano.

Até que a Lei de reforma de 1832 inseridas “homens”, algumas mulheres puderam votar nas eleições parlamentares por ser proprietárias, se bem que isso era único. Ao longo da segunda metade do século XIX, formaram-se inmensuráveis grupos de campanha pra reivindicar o sufrágio das mulheres nas eleições nacionais, em uma tentativa de pressionar os Membros do Parlamento e comprar apoio.

Em 1897, 17 destes grupos se uniram para formar a Sociedade Nacional para o Sufrágio das Mulheres (NUWSS), que realizaram reuniões públicas, escreveram cartas pra políticos e publicaram muitos textos. Em 1907, o NUWSS organizou a sua primeira enorme marcha. March (Suffragists) em que mais de 3.000 mulheres andavam pelas ruas de Londres, do Hyde Park até Exeter Hall para proteger o voto feminino. Em 1903, muitos membros da NUWSS se separaram e, dirigidos por Emmeline Pankhurst, formaram a União Social e Política das Mulheres (WSPU).