"Já Não Quero Fazer Discos De Sucesso, Mas Sentir-me Orgulhoso Deles" 2

“Já Não Quero Fazer Discos De Sucesso, Mas Sentir-me Orgulhoso Deles”

Sir Elton John (1947,; Londres, Reino Unido) é um desses artistas que ultrapassam a idade de aposentadoria, e ainda tem muitas coisas consideráveis pra mencionar. Em março terá os anos de teu saudoso conhecido David Bowie, de quem destacou que “era incrível, rompia barreiras e dançou ao seu próprio ritmo, o que é raro em qualquer artista.”

Sem voltar ao extremo de inovação daquele, os últimos álbuns do cantor e pianista são sólidos tijolos pela construção de uma carreira que parece não ter data de validade. Hoje, lançando o teu novo disco, intitulado “Wonderful Crazy Night”.

—qual é A música contente este serviço é um reflexo do que está vivendo? —Nunca estive mais feliz. Cumprir a sessenta e nove anos em março e eu me sinto muito jovem interiormente. O corpo se falhar em algumas ocasiões, mas o que te mantém vivo é a desejo de aprender e de ouvir…. Nunca pensei que a paternidade for tão prazerosa.

por fim, passariam, todavia não de forma tão prazerosa. Não houve um nanossegundo em que não tenha gostado, salvo no momento em que os meus filhos estão doentes e eu me preocupo com eles. Está Me dando um conclusão vital muito motivador.

Agora estou casado com Davi, meu parceiro, levamos juntos a 22 anos. Eu tenho uma carreira sólida. Eu tenho um programa de rádio onde posso divulgar coisas algumas. Sou o manager de Ed Sheeran. Tenho uma empresa de management, que promove a jovens artistas.

Tenho uma fundação contra a aids, é uma cota filantrópica da minha vida que é muito gratificante e muito necessária, eu apaño para solucionar um monte de coisas. É exatamente como quando cheguei aos EUA, vinte e três anos, em 1970. Se não tivesse bons projetos no horizonte me notar miserável.

—”Wonderful Crazy Night” é o título do álbum e assim como o primeiro tópico do disco. Onde começou o teu percurso? —Bem, esse projeto era pra ser um álbum “up-tempo” (de ritmo rápido, energético). Poderíamos ter incluído vinte canções no disco, visto que as letras eram ótimas.

Eu deixei para trás diversos textos. Não queria fazer um disco extenso. Queria dez cortes. Queria um disco que pudesse ouvir, primeiro de um lado e, logo em seguida, conceder-lhe a volta. E isto é com o que nós fizemos. Meu álbum anterior, “The Diving Board”, era mais introspectivo, com muito piano, pequeno e bateria, muito equilibrado. Eu adoro, contudo eu decidi que queria fazer um álbum interessante e alegre. Assim que, no começo de 2015, estávamos fazendo um show no Havaí e liguei pro meu guitarrista Davey Johnstone e eu lhe alegou: “Davey, compra-se uma guitarra de doze cordas, por causa de eu aspiro que as guitarras são o eixo do próximo disco”.

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—eu Me sinto muito adoro a trabalhar com ele. Eu sei que eu não irei fazer um disco top 40, nunca mais. T-Bone não é isso. Neste ponto da minha existência, nem ao menos eu tenho essa ansiedade. Quando faço colaborações pra outras pessoas, como Scissor Sisters, posso ter singles de sucesso. Mas no momento em que eu faço os meus discos, eu almejo fazer um projeto do qual me sinta orgulhoso com a idade que tenho. —Nota-Se que continua a ser um amplo apaixonado por música. —Minha existência vem sendo a música, e ainda tenho intacto o entusiasmo por ela.

Tem sido o catalisador de tudo o que tenho feito. Tem estado presente pela minha infância. Quando os meus pais discutiam eu ia ouvir a minha música. A tocar a minha música. Tem sido desde criancinha, minha outra metade. E, ao contrário de diversos de meus contemporâneos, estou interessado em coisas novas.