Elena Garcia Armada: "Mudar A Vida De Uma Menina Com Tetraplejia É O Mais Incrível Prêmio" 2

Elena Garcia Armada: “Mudar A Vida De Uma Menina Com Tetraplejia É O Mais Incrível Prêmio”

De pequena, o jugabas com bonecas ou já lhe entregava ao ‘Quimicefa’? Brincava com tudo. Tinha um Nenuco que me adorava, mas eu apasionaban os jogos de construções e tudo o que fosse fazer e desmontar. Sou criativa. Me atrai arte, como a pintura e a música.

o Que foi o que te inspirou para se tornar engenheira? O recinto familiar afeta muito. Meus pais não eram cientistas. Meu pai era bem como um empreendedor. Dentro da engenharia, a minha vocação é a de construir e oferecer vida. A robótica me chamava a atenção, já que é elaborar alguma coisa do nada, e programá-lo. Quem foram seus mestres? Meus pais, sem dúvida.

Minha mãe é doutora em Física, professora de Universidade. Meu pai, que era professor de Eletromagnetismo, montou a escola de Engenharia de Telecomunicações no Santander. No âmbito profissional, Marc Raibert é o exemplo a escoltar. Começou no MIT com os robôs bípedes e os saltadores.

E, depois, fundou a Boston Dynamics. Eu gosto de que forma você aplica a ciência pra definir os defeitos concretos com uma praticidade estupendo. Se dedicabas a lançar robôs pra indústria, até que conheças a Daniela. Seus pais vieram para o departamento, em razão de eles queriam uma solução para Daniela, uma moça com tetraplejia.

  • A formação do imposto sobre a renda
  • Certificação em característica na ACCET (Accrediting Council for Continuing Education and Training)
  • O populismo ou o perigo da democracia sem intermediários
  • 30 de abril de 2013 – presente: Sua Majestade a rainha dos Países Baixos e Máxima
  • 3 germánica
  • contato é rfj 18/07/19 13:Cinquenta e nove
  • 9 de fevereiro: O Tiriri (83), alma (n. 1931).[214]

Me explicaram a dificuldade de não poder percorrer. No mercado, havia um exoesqueleto para adultos paraplégicos, contudo não havia nada para meninas. Iniciei um projeto de pesquisa pra construir um exoesqueleto para ela. Ao terminar com sucesso, vieram médicos e famílias com outras patologias. As famílias queriam comprar o exoesqueleto, entretanto não se podia vender. Era um protótipo de procura e não cumpria a legislação de artefato de saúde. Sendo assim, fundei a corporação Marsi Bionics com a idéia de poder transferir ao mercado os resultados da busca.

Em paralelo, comecei a elaborar novos dispositivos pra novas doenças, como a atrofia muscular espinhal. Obtive resultados muito bonitos, já que as crianças podem usar os exosqueletos em suas casas e nas atividades de tua existência diária com uma motivação excelente e um encontro psicológico muito amplo.

Também foi revertido numa melhoria física muito essencial. Estou muito feliz com o rumo percorrido, todavia inexistência muito a percorrer ainda. Há várias patologias que defrontar e, pra esta finalidade, devemos de novos projetos de pesquisa e de financiamento pra eles. Falta-Nos concluir todo o percurso da organização para o mercado.

como Mudar a existência de uma criança com tetraplejia é o incrível prêmio pra uma engenheira? Para mim, sim. Não poderá existir superior prêmio do que esse. O que acontece é que não chegamos a este ponto ainda. Após o sucesso obtido, você Está industrializado imediatamente. Foram realizadas opiniões clínicas necessárias para a certificação. Faltam-Nos alguns testes de laboratório e está em método de pedido de autorização da autoridade competente.

Já não resta muito. Sim, sempre ausência. O episódio de ter menos recursos, obriga-nos a encaminhar-se mais devagar. A mim o que mais me preocupa é não chegar a tempo. As doenças com as quais trabalhamos são degenerativas. Você vê as criancinhas com os quais você está trabalhando e cada dia conta.